Florianópolis registra aumento na cesta básica em março e é a terceira mais cara entre as capitais

8 de abril de 2025

A capital catarinense registrou um crescimento de 3%


Florianópolis é a segunda cidade entre outras 13 capitais onde o custo da cesta básica subiu em março deste ano, conforme aponta o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A capital catarinense registrou um crescimento de 3%, superando Porto Alegre (2,85%). Apenas Curitiba registrou aumento maior, de 3,61%.

A capital catarinense tem a terceira cesta básica mais cara do país, onde o custo médio chegou a R$ 831,92. A cesta básica mais cara do país continua a ser a de São Paulo, onde o custo médio chegou a R$ 880,72. Em seguida vêm Rio de Janeiro, onde o custo médio é de R$ 835,50, e Porto Alegre figura atrás de Florianópolis, na qual a cesta básica bate o valor de R$ 791,64.

Apenas três capitais brasileiras não apresentaram aumento no custo médio da cesta básica no mês de março. Das 17 capitais analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, somente Aracaju (-1,89%), Natal (-1,87%) e João Pessoa (-1,19%) apresentaram redução no custo médio da cesta.

Entre os maiores vilões para o aumento da cesta no mês passado estão o café, que subiu em todas as capitais analisadas, o tomate e o leite integral. Por outro lado, o preço do quilo da carne bovina de primeira caiu em 15 capitais, com exceção de João Pessoa e do Recife.

Já a cesta mais barata foi observada nas capitais das regiões Norte e Nordeste do país, onde a composição de produtos é diferente. Os menores valores médios foram encontrados em Aracaju (R$ 569,48), João Pessoa (R$ 626,89), no Recife (R$ 627,14) e em Salvador (R$ 633,58).

Com base na cesta mais cara, que em março foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que o salário mínimo em fevereiro deveria ser de R$ 7.398,94 ou 4,87 vezes o mínimo reajustado em R$ 1.518,00.

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