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Notícias Município disponibiliza espaço para Samu

A prefeitura de Tubarão vai disponibilizar um espaço para uso temporário do Serviço Móvel de Urgência (Samu). A decisão foi tomada após a reunião realizada nesta quarta-feira (26) na 7ª Promotoria de Justiça. A cessão do espaço é necessária para que o serviço da unidade avançada, pertencente ao estado, seja mantida em Tubarão.

Durante o encontro no Ministério Público foram sugeridos dois espaços, ambos pertencentes ao município: Policlínica do Becker e Policlínica Central. Os participantes da reunião visitaram os dois locais e optaram pela Policlínica Central, pois o prédio possui espaço. Como o edifício é alugado e está sendo desocupado para ser devolvido ao proprietário, ficou definido que a cessão será por 60 dias.

Após o prazo de 60 dias, o Samu deverá ser transferido para outro prédio, também do município, na rua Oswaldo Cruz, onde já funciona o CAPS-II. Neste período, o espaço passará por adaptações para receber o Samu.

Participaram do encontro no MP o promotor Fábio Alyrio, os representantes do estado, Dalton Marcon e Estener Soratto Jr, do município o diretor-presidente da Fundação Municipal de Saúde, Marco Antônio Santos, fiscal sanitarista do município Edna Soares, diretor de Vigilância em Saúde Lucas Zomer Felisbino, representante da Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, empresa que faz a administração do serviço, Lidiane Schnd, coordenador médico do Samu Vanderlei Damin, coordenadora de enfermagem do Samu Márcia Machado, e os vereadores: Evandro Almida, Edson Firmino e José Geraldino Almeida.


Entenda o caso:

Por determinação do Ministério Público a Vigilância Sanitária do município realizou a vistoria na sede do Samu que estava instalada na Secretaria de Desenvolvimento Regional. O município realizou essa vistoria com um fiscal sanitarista do estado, e, por medida cautelar o espaço foi interditado. “Foram 32 irregularidades incluídas no auto de infração”, afirma a fiscal sanitarista Edna Soares.

Ainda de acordo com a fiscal, a ambulância ficava exposta às entempéries e consequentemente às diversas variações de temperatura, podendo comprometer os medicamentos e o uso dos mesmos. “Além dos problemas com a ambulância, a farmácia não tinha um ar condicionado, além disso, o acesso ao local era indevido, sendo que os atendimentos são de urgência e que é necessária a locomoção rápida”, completa.

Fonte: Decom PMT

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